João Victor- Aluno de Ecologia
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Aquecimento Global
João Victor- Aluno de Ecologia
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Diabetes pode prejudicar função cognitiva.
Doença desempenha papel importante na síntese de colesterol no cérebro
por Katherine Harmon
Manter o colesterol baixo é positivo. Porém, diminuir a quantidade de lipoproteína de baixa densidade (LDL) ou "colesterol ruim" é apenas uma parte da equação do corpo para manter um equilíbrio saudável de lipídios. Apesar de “diminuir o colesterol” ser bom para o coração, não é sempre bom para o cérebro, que contém cerca de 1/4 do colesterol do organismo.
Uma pesquisa recente mostrou que drogas utilizadas para reduzir o colesterol, como estatinas, podem iniciar o desenvolvimento de problemas cognitivos. A pesquisa sugere que o diabetes, que afeta a síntese de colesterol no fígado, também pode ser ocasionado devido a alteração das taxas de compostos produzidos no cérebro.
Os pesquisadores descobriram que camundongos diabéticos tinham menos colesterol nas membranas em torno de suas sinapses neuronais. "Esse fato tem grande implicação para as pessoas com diabetes", explica Ronald Kahn, do Joslin Diabetes Center da Harvard Medical School e coautor do novo estudo. Os resultados foram publicados on-line no dia 30 de novembro no
Cell Metabolism.
"O colesterol é necessário aos neurônios para estabelecer sinapses com outras células, por isso essa diminuição do colesterol pode afetar a função nervosa", disse Kahn. Os sistemas afetados podem incluir "regulação do apetite, comportamento, memória e até mesmo dor e atividade motora", completa.
Para o estudo, Kahn e sua equipe criaram camundongos sem insulina suficiente, para que pudessem simular uma condição diabética. Em particular, os cientistas tinham como alvo um gene conhecido como “SREBP-2” (que controla o metabolismo do colesterol) e outros genes base do cérebro, fazendo com que os ratos tivessem menos colesterol nas estruturas centrais do cérebro.
Quando os ratos diabéticos receberam injeções de insulina, seus genes pareciam voltar ao funcionamento normal. Os pesquisadores observaram que a depleção de insulina a longo prazo pode causar danos permanentes às bainhas de mielina, cobertura dos nervos graxos que contêm mais de dois terços do colesterol do sistema nervoso central e são cruciais para a comunicação neural.
“Ninguém jamais suspeitara que a insulina e o diabetes iriam desempenhar um papel tão importante na síntese de colesterol no cérebro", Kahn.
Uma pesquisa recente mostrou que drogas utilizadas para reduzir o colesterol, como estatinas, podem iniciar o desenvolvimento de problemas cognitivos. A pesquisa sugere que o diabetes, que afeta a síntese de colesterol no fígado, também pode ser ocasionado devido a alteração das taxas de compostos produzidos no cérebro.
Os pesquisadores descobriram que camundongos diabéticos tinham menos colesterol nas membranas em torno de suas sinapses neuronais. "Esse fato tem grande implicação para as pessoas com diabetes", explica Ronald Kahn, do Joslin Diabetes Center da Harvard Medical School e coautor do novo estudo. Os resultados foram publicados on-line no dia 30 de novembro no
Cell Metabolism.
"O colesterol é necessário aos neurônios para estabelecer sinapses com outras células, por isso essa diminuição do colesterol pode afetar a função nervosa", disse Kahn. Os sistemas afetados podem incluir "regulação do apetite, comportamento, memória e até mesmo dor e atividade motora", completa.
Para o estudo, Kahn e sua equipe criaram camundongos sem insulina suficiente, para que pudessem simular uma condição diabética. Em particular, os cientistas tinham como alvo um gene conhecido como “SREBP-2” (que controla o metabolismo do colesterol) e outros genes base do cérebro, fazendo com que os ratos tivessem menos colesterol nas estruturas centrais do cérebro.
Quando os ratos diabéticos receberam injeções de insulina, seus genes pareciam voltar ao funcionamento normal. Os pesquisadores observaram que a depleção de insulina a longo prazo pode causar danos permanentes às bainhas de mielina, cobertura dos nervos graxos que contêm mais de dois terços do colesterol do sistema nervoso central e são cruciais para a comunicação neural.
“Ninguém jamais suspeitara que a insulina e o diabetes iriam desempenhar um papel tão importante na síntese de colesterol no cérebro", Kahn.
Lucilane, aluna de Ecologia.
O Pantanal está em chamas, sob a chuva.
Um incêndio de grandes proporções se alastra pelo interior do Parque Nacional do Pantanal e entorno, ameaçando também a Reserva Natural do Patrimônio Natural (RPPN) Dorochê, administrada pela Fundação Ecotrópica. A hipótese mais provável é que ele tenha sido provocado por raios, já que tem chovido bastante na região. De acordo com o chefe do parque, José Augusto Ferraz, lamentavelmente ainda não choveu na área da queimada, apesar da precipitação torrencial nos arredores.
Regiões úmidas e alagadiças são geralmente áreas de combate muito difícil por causa das restrições de deslocamento dos brigadistas. Por isso, quem lida com fogo todo ano no Pantanal insiste que são tão importantes trabalhos de desobstrução de corixos e pequenos rios preventivamente para que seja garantida passagem das equipes por barco até o local do incêndio, sem falar na necessidade de se discutir de modo mais pragmático o manejo de fogo dentro das unidades de conservação. No caso do Parque Nacional do Pantanal, o acúmulo de biomassa a cada cinco anos, em média, torna um incêndio nesta região praticamente impossível de ser extinto sem ajuda de São Pedro. “Em tempos anteriores só conseguimos sucesso no combate nesta região, mesmo com apoio de helicópteros de resgate da Marinha depois que choveu”, diz Ferraz. “Não temos condições de combate na área porque a Baía (que fica dentro do parque) está muito seca e não anda barco para a fronteira norte”, explica o chefe da unidade. As equipes locais já pediram auxílio para a Coordenração de Proteção Ambiental, em Brasília.
Na sexta-feira, 3 de dezembro, a equipe do Instituto Chico Mendes fez um sobrevôo na região ( veja fotos abaixo) para avaliar a extensão do incêndio. De acordo com as primeiras informações cerca de 3 mil hectares foram queimados. (Andreia Fanzeres)
Regiões úmidas e alagadiças são geralmente áreas de combate muito difícil por causa das restrições de deslocamento dos brigadistas. Por isso, quem lida com fogo todo ano no Pantanal insiste que são tão importantes trabalhos de desobstrução de corixos e pequenos rios preventivamente para que seja garantida passagem das equipes por barco até o local do incêndio, sem falar na necessidade de se discutir de modo mais pragmático o manejo de fogo dentro das unidades de conservação. No caso do Parque Nacional do Pantanal, o acúmulo de biomassa a cada cinco anos, em média, torna um incêndio nesta região praticamente impossível de ser extinto sem ajuda de São Pedro. “Em tempos anteriores só conseguimos sucesso no combate nesta região, mesmo com apoio de helicópteros de resgate da Marinha depois que choveu”, diz Ferraz. “Não temos condições de combate na área porque a Baía (que fica dentro do parque) está muito seca e não anda barco para a fronteira norte”, explica o chefe da unidade. As equipes locais já pediram auxílio para a Coordenração de Proteção Ambiental, em Brasília.
Na sexta-feira, 3 de dezembro, a equipe do Instituto Chico Mendes fez um sobrevôo na região ( veja fotos abaixo) para avaliar a extensão do incêndio. De acordo com as primeiras informações cerca de 3 mil hectares foram queimados. (Andreia Fanzeres)
FOTOS (crédito: Parque Nacional do Pantanal/ICMBio)
Lucilane, aluna de Ecologia.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Cientista reverte envelhecimento de ratos
Descoberta pode levar à produção de droga que permita que pessoas vivam por mais tempo.
Paramount Pictures/Divulgação
Cientista diz que será possível fabricar uma pílula de rejuvenescimento humano
A experiência imita o enredo do filme "O Curioso Caso de Benjamin Button", em que o personagem de Brad Pitt rejuvenesce até a idade de um bebê. O estudo foi realizado pelo doutor em câncer Ronald DePinho, da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.
Pela primeira vez, o cientista reverteu os efeitos do envelhecimento em ratos. Antes do tratamento, a pele, o cérebro, o intestino e outros órgãos dos animais equivaliam aos de uma pessoa de 80 anos.
Apenas dois meses depois de ter dado uma droga que ativa uma enzima-chave, cresceram tantas novas células nos animais que eles rejuvenesceram quase 100%. O rato macho deixou de ser infértil e se tornou pai de grandes ninhadas.
DePinho disse que, em termos humanos, “é como se uma pessoa de 40 anos que parecesse ter mais de 80 tivesse revertido aos níveis de uma pessoa de 50”.
A inovação está em estruturas chamadas telômeros, pequenos relógios biológicos que tapam as extremidades dos cromossomos, protegendo-as de danos. Com o tempo, os telômeros ficam cada vez menores, aumentando as chances de doenças relacionadas à idade, como o Alzheimer.
Eventualmente, eles ficam tão pequenos que fazem as células morrerem. Uma enzima chamada telomerase pode reconstruir as tampas dos telômeros, mas geralmente ela é desativada no corpo.
DePinho conseguiu trazer a enzima de volta à vida em ratos que tinham envelhecido prematuramente de uma forma projetada para imitar o processo de envelhecimento dos seres humanos. Ele esperava que a técnica parasse ou tornasse mais lento o processo de envelhecimento, mas ficou surpreso ao descobrir que o tinha revertido.
O cientista diz que poderá ser possível fabricar uma pílula que faça o mesmo com as pessoas. Se for tomada na meia-idade, a droga poderia atrasar ou impedir o desenvolvimento do Alzheimer, de doenças do coração e diabetes, além de prolongar a vida.
Mas existem alguns senões. Altos níveis de telomerase podem estimular o crescimento de tumores cancerígenos. E é improvável que uma droga consiga acabar com todos os problemas causados pelo envelhecimento.
Em entrevista ao jornal Daily Mail, DePinho disse que existem vários mecanismos que levam ao envelhecimento. Ele explicou que embora os cientistas digam que os telômeros sejam importantes, existem outros fatores que entram em jogo.
Steven Artandi, especialista em telômeros da Universidade de Stanford, disse que o estudo é belo, mas alertou que drogas contra o envelhecimento só deverão surgir daqui a dez anos.
http://www.hojeemdia.com.br/cmlink/hoje-em-dia/vida/saude/cientista-reverte-envelhecimento-de-ratos-1.209354
Aila Nogueira, aluna de Ecologia.
Cientista tailandês cria enzimas que reciclam papel laminado
Combinação de proteínas recupera polpa de material usado em caixa de cigarro e etiquetas.
Divulgação
Sangchai joga um pequeno pedaço de papel laminado no frasco; minutos depois, após lavar sua polpa, ele obtém um filme plástico transparente.
Aila Nogueira, aluna de ecologia.
Aspirina pode reduzir os riscos de morte por alguns tipos de câncer
O estudo foi publicado pela Lancet, uma revista britânica de medicina. Cerca de 25 mil pacientes foram observados em vinte anos.
O consumo diário de pequenas doses de aspirina pode reduzir, em 20%, os riscos de morte por alguns tipos de câncer, como de próstata e colorretal.
Link: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2010/12/aspirina-pode-reduzir-os-riscos-de-morte-por-alguns-tipos-de-cancer.html
Aila Nogueira, aluna de Ecologia.
O consumo diário de pequenas doses de aspirina pode reduzir, em 20%, os riscos de morte por alguns tipos de câncer, como de próstata e colorretal.
Link: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2010/12/aspirina-pode-reduzir-os-riscos-de-morte-por-alguns-tipos-de-cancer.html
Aila Nogueira, aluna de Ecologia.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Moradores de Uberlândia registram imagens de redemoinhos de vento
Durante um temporal neste domingo (5), moradores de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, registraram imagens dos estragos provocados pelo vento. Com os fortes ventos, redemoinhos se formaram.
Com um celular, um morador flagrou um deles na região sul da cidade. Uma coluna se formou do chão até o céu. O funil parecia ter se formado entre as nuvens.
Segundo a Defesa Civil, o vento, que chegou a 60 km/h, destelhou casas e destruiu parte da fachada de algumas lojas do centro. Quinze árvores foram derrubadas e uma delas atingiu um carro. Ruas e avenidas ficaram interditadas durante a chuva.
Outro morador da cidade filmou os redemoinhos. De acordo com ele, o fenômeno natural teria durado cerca de 20 minutos.
Com um celular, um morador flagrou um deles na região sul da cidade. Uma coluna se formou do chão até o céu. O funil parecia ter se formado entre as nuvens.
Segundo a Defesa Civil, o vento, que chegou a 60 km/h, destelhou casas e destruiu parte da fachada de algumas lojas do centro. Quinze árvores foram derrubadas e uma delas atingiu um carro. Ruas e avenidas ficaram interditadas durante a chuva.
Outro morador da cidade filmou os redemoinhos. De acordo com ele, o fenômeno natural teria durado cerca de 20 minutos.
Lucilane, aluna de Ecologia.
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