| Estudos de biologia evolutiva permitem rastrear cadeia de infecção por HIV | ||||||||
| Estudos de DNA vêm sendo utilizados para vincular suspeitos a cenas dos crimes e até mesmo para identificar pessoas que tenham infectado outras com vírus do HIV. Um estudo recente, publicado em novembro no Proceedings of National Academy of Sciences, explica como uma abordagem filogenética pode mostrar a evolução viral em diferentes pessoas, permitindo descobrir quem transmitiu o vírus para quem. "Esse é o primeiro estudo de caso para estabelecer a direção da transmissão do vírus HIV", explica Mike Metzker, pesquisador da Baylor College of Medicine e co-autor do estudo. “A análise do HIV não é tão simples quanto o estudo de DNA usado para identificar uma amostra de sangue ou de cabelo de uma determinada pessoa. A dificuldade se deve às altas taxas de mutações genéticas sofridas pelo vírus”, complementa Metzker. Para resolver isso, os pesquisadores estudaram o caminho reverso da mutação viral. Depois de realizar uma análise filogenética das amostras em um teste cego ( quando os pesquisadores não têm informações sobre as amostras), Metzger e seus colegas foram capazes de determinar a pessoa mais provável de ter contaminado outros. Lucilane, aluna de Ecologia. | ||||||||
Foto: Divulgação
Um grupo de pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, espera que no futuro a noite seja iluminada pelas árvores - e não apenas pelas lâmpadas nos postes. O grupo, formado por estudantes da universidade, diz ter criado ferramentas genéticas que podem transferir facilmente a bioluminescência para um organismo. As informações são do site da revista New Scientist.
Muitas criaturas conseguem brilhar no escuro, de peixes nas profundezas do oceano, aos vagalumes. E foi deste pequeno inseto e da bactéria marinha Vibrio fischeri que os britânicos retiram e modificaram genes responsáveis pela bioluminescência. Os genes foram utilizados para a criação de enzimas que brilham no escuro.
Os genes foram modificados de maneira a poderem ser inseridos em um genoma. Com bactérias Escherichia coli eles conseguiram não apenas brilho, mas diversas cores. Segundo os pesquisadores, um grupo de bactéria com o volume de uma garrafa de vinho gera luz suficiente para se ler um livro e, no futuro, eles pretendem que árvores sejam capazes de receber esses genes. A pesquisa foi apresentada em um evento científico no Instituto de Tecnologia da Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), nos Estados Unidos.
As árvores, segundo o grupo, usariam apenas 0,02% da energia adquirida na fotossíntese para gerar luz. Isso significa então que as árvores que brilham no escuro serão uma realidade em breve. Alexandra Daisy Ginsberg, designer e artista que aconselhou o grupo, acredita que não. De acordo com ela, o problema é que a tecnologia de iluminação atual funciona muito bem e seria difícil encontrar alguém disposto a investir nesse tipo de pesquisa. Contudo, ela também diz que a ideia de ter uma "luz viva" em casa pode despertar o interesse de algumas pessoas. "Se você tem que alimentar e cuidar da luz, ela se torna mais preciosa", diz a designer.
Lídia Beatriz.Aluna do 9°semestre
Os genes foram modificados de maneira a poderem ser inseridos em um genoma. Com bactérias Escherichia coli eles conseguiram não apenas brilho, mas diversas cores. Segundo os pesquisadores, um grupo de bactéria com o volume de uma garrafa de vinho gera luz suficiente para se ler um livro e, no futuro, eles pretendem que árvores sejam capazes de receber esses genes. A pesquisa foi apresentada em um evento científico no Instituto de Tecnologia da Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), nos Estados Unidos.
As árvores, segundo o grupo, usariam apenas 0,02% da energia adquirida na fotossíntese para gerar luz. Isso significa então que as árvores que brilham no escuro serão uma realidade em breve. Alexandra Daisy Ginsberg, designer e artista que aconselhou o grupo, acredita que não. De acordo com ela, o problema é que a tecnologia de iluminação atual funciona muito bem e seria difícil encontrar alguém disposto a investir nesse tipo de pesquisa. Contudo, ela também diz que a ideia de ter uma "luz viva" em casa pode despertar o interesse de algumas pessoas. "Se você tem que alimentar e cuidar da luz, ela se torna mais preciosa", diz a designer.
Lídia Beatriz.Aluna do 9°semestre

